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Por Wesley Moura – F1 Digital

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Existem aspectos das relações ao mercado web que parecem insolúveis. Um deles é o visual agradável de um website ou propaganda digital.  É sempre um desafio oferecer um alto padrão que agrade a todos os nossos usuários, não importa o setor ou o país. Aliás, o que muda de um país para outro, ou de um setor para outro é o grau do problema, mas poucas vezes é um diferencial competitivo. Devemos estar sempre em busca de cases de sucesso, para evolução e não para serem copiadas!

 

A rotina fecha nossos olhos e tapa nossos ouvidos. Somos atropelados pelas rotinas e atividades diárias, e, muitas vezes, achamos que o que fazemos está bom. A rotina dos profissionais de web marketing, geralmente é bastante corrida e não me espanta em saber que algumas peças, foram montadas em cima de casos que deram certo dentro do próprio umbigo do profissional, sem que ele ao menos tenha feito uma pesquisa entre outros concorrentes.

 

Em primeiro lugar, precisamos entender à definição de benchmark: padrão, no qual alguma coisa pode ser medida ou julgada, que conduzem ao desempenho superior. É visto como um processo positivo e pró-ativo por meio do qual uma empresa examina como outra realiza uma função específica a fim de melhorar como realizar a mesma ou uma função semelhante.

 

Os profissionais devem enxergar o benchmark como algo positivo e não se sentir desvalorizado ao apresentar trabalhos da concorrência que fizeram sucesso e hoje são referências. Tudo deve ser analisado e discutido com o cliente e também com a equipe de produção.

 

Faça o benchmark dentro do mesmo setor, não adianta pegarmos o site da Ana Maria Braga – que trata de culinária – e apresentar para o uma empresa do ramo de Pneus.

 

Quando somos colocados em outra situação, somos estimulados a fazer certos julgamentos que passam despercebidos no nosso dia-a-dia. Por isso re-afirmo que ao se produzir qualquer peça publicitária o diretor de criação deve analisar outras peças que já funcionaram e funcionam, desenvolvidas pelos seus concorrentes, pensando sempre na evolução.

 

Mas para evoluir, é preciso medir. Mas antes de medir, é preciso querer evoluir, e, para isso, não podemos ter medo de comparações ou até mesmo críticas construtivas. Em torno de 80% de nossos clientes ou usuários web, não expressam sua opinião sobre o produto, o outros 20% expressam e porque não aproveitar e analisar os que criticam para a evolução?

 

Quando começamos a interpretar esse conceito, se assim posso chamar, nossas verdades absolutas mudam.

 

Uma vez, li a seguinte frase: somos o que as pessoas vêem, e não o que achamos que somos.

 

Benchmark, para funcionar, tem que ser feito de forma clara, e não podemos colocar a sujeira debaixo do tapete.

 

E mais, temos que assumir e não ter vergonha ou incômodo de falar publicamente (e para nossos chefes) que existe sujeira, que o que fazemos não está bom, porque esse pode ser o resultado de um benchmark.

 

Se não for com esse espírito, não perca dinheiro nem tempo em realizar benchmark.

 

Mas se for, faça benchmark. Você só terá ganhos em seu ramo de atuação.

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